
“Enquanto sentimentos voláteis sonham estradas...”
como se lhe atendesse súplicas
estendeu-lhe os braços libertários
desde sempre como fôra início
como se vida morreu traída
pelos próprios desejos consumida
migalhas de princípios - rastros irretornáveis
como fosse atemporal
aquele amor + que bandido
fazia-se em tudo onipresente
da sarjeta ao paraíso:
[se] mente bateu na terra
esperou chover; misturou-se ao húmus
e por mais louco,
vingou onisciente...
Lúcia Gönczy
Nossa, Luh... Gostei muito muito muito deste poema, me tocou como se eu fora um violino doido!!!
ResponderExcluira luh já não causa supresas ...
ResponderExcluirtudo que vem dela é ouro
passado pelo cadinho.
a luh é amiga, artista, genial e muito amada.
lu
MARAVILHOSO... VIAJEI NESTAS LINHAS...!!!
ResponderExcluirParabéns, você é super talentosa!
"A vida é uma engrenagem em movimento"