
contrato
quero a pérfida palavra
o sumo, a acidez da verdade
e no mais,
não quero nada
a não ser a essência
do último trago
e se isso significa veneno,
não me importo;
prefiro a morte rápida
a ser enganada de forma
homeopática
pensas: fazendo assim talvez
ela sofra menos...
saiba: este teu jeito absurdo
de entender o mundo
desacata meus sentimentos
e não me poupa a fragilidade;
compulsiva-me sim, a odiar-te
bem mais do que te amei.
Lúcia Gönczy
Olá Querida....
ResponderExcluirBom Dia, lindo poema.
Voltarei outras vezes para ler mais dos teus poemas em teu Blog.
Abraços Carinhosos
Vallentine (poetisa menor)